IA na escola, técnico com dignidade
Minha defesa tem duas frentes que andam juntas. Primeira: tecnologia, novas mídias e inteligência artificial entrando na formação básica do brasileiro. Sem tirar do lugar filosofia, história, matemática e português: o clássico continua, o século 21 entra. O aluno tem que sair da escola sabendo usar as ferramentas do tempo dele, seja qual for a profissão.
Segunda: valorizar o ensino técnico como caminho digno de verdade. O desenho fino da expansão eu apresento quando estiver validado. A direção já tá firmada, e é ela que este arquivo registra.
E tem janela real de mandato: o marco regulatório da IA tá tramitando agora. Marco regulatório é a lei geral que vai dizer o que pode e o que não pode no uso de inteligência artificial no Brasil. No papel, ele é o PL 2338/2023. PL é projeto de lei, uma lei ainda em construção. Esse projeto passou no Senado em dezembro de 2024 e agora espera o debate e a votação dos deputados na Câmara. A Política Nacional de Educação Digital (Lei 14.533/2023) já existe como ponto de partida. É agora que essa conversa se decide, e o Paraná tem que estar nela.
Sempre aparece quem pergunte se isso elitiza a escola. É o contrário. Elitismo é deixar a tecnologia só pro filho de quem pode pagar. O filho do trabalhador é quem mais precisa da escola pública ensinando o mundo digital.
4º PIB, 4º em inovação
o Paraná é o 4º maior PIB do país (PIB é a soma de tudo que o estado produz num ano), 3º em competitividade e 4º em inovação, e o Fundo Paraná destinou R$ 581,6 milhões à ciência em 2024. Dá pra liderar essa agenda
PIB: IBGE, Contas Regionais 2022, e Ipardes. Competitividade e inovação: CLP, Ranking de Competitividade dos Estados 2025. Fundo Paraná: Seti-PR, 2024