As perguntas desta página são as que as pessoas realmente fazem, do jeito que fazem. As respostas são texto fixo, escritas e aprovadas pelo professor, na primeira pessoa. Quando a resposta tem número, a pasta com a conta e a fonte tá linkada logo abaixo dela.
10 perguntas respondidas
Professor Mozart é candidato a quê?
Sou candidato a deputado federal pelo Paraná em 2026, com o número 4501. Este arquivo existe pra isso: minhas posições abertas, com dado e fonte, pra você ler, cobrar e discordar à vontade antes de decidir o teu voto.
Cargo político, nunca. Nem eleito, nem comissionado. O meu vínculo com o poder público sempre foi um só: professor. Comecei com contrato temporário em colégio estadual e dei aula por mais de 15 anos, nas redes pública e privada de Curitiba e região. Trato isso como credencial: chego sem dever favor a ninguém e sem carreira pra proteger. Minha escola de política foi a sala de aula.
É a minha pauta principal: 80% do imposto federal arrecadado no Paraná fica no Paraná, 20% vai pra União. Sem imposto novo. Hoje é quase o contrário: em 2022, de cada R$ 100 enviados, voltaram R$ 16. A conta inteira, com fonte, tá aberta na Pasta 01.
Não. Não é imposto novo e você não paga um centavo a mais. O que muda é quem decide onde o dinheiro que você já paga vai ser gasto: hoje decide Brasília, com o 80-20 decide quem tá perto de você. De cada R$ 100, 80 ficam no estado e 20 vão pra União.
Em imposto novo, nada: o 80-20 redistribui o dinheiro que já existe, com transição gradual pra não dar solavanco nas contas públicas. O custo verdadeiro é político: a União perde fatia e briga pra não perder. E número que eu não tenho, eu digo que não tenho.
Vou te responder como respondo em sala: não sei, e desconfia de quem diz que sabe. É briga longa, contra interesse grande. Eu não prometo resultado, prometo trabalho: apresentar, defender e brigar, com voto aberto pra você conferir. Mudança estrutural demora. A que vem rápida costuma vir torta.
Me defino centro-direita: liberal na economia, democrata enfático. Mas rótulo não é pacote fechado. Dele você deduz como eu penso a economia e a federação; o resto se pergunta pauta por pauta. Com extremismo, de qualquer lado, eu não fecho acordo. E guerra cultural não é o meu jogo.
Meu partido é o PSDB, o 45 que abre o meu número de urna: 4501. O rótulo que me define segue o mesmo: centro-direita, liberal na economia, democrata enfático. E a regra registrada neste arquivo continua valendo: se o partido fechar posição contra os interesses do Paraná, eu voto com o Paraná.
Não, o contrário: eu apoio o Pé-de-Meia. Pagar pra aluno de família de baixa renda ficar na escola ataca a evasão, que é problema real. O que eu defendo é aprimorar: pagar também pelo aluno aprender, não só pela presença. Nota maior, prêmio maior, e bônus pra quem mais evoluiu no ano.
Depende do modelo, e o depende tem critério. Tenho ceticismo pessoal: acredito na escola como espaço de convivência. Mas o tema merece debate regulatório sério. Se o desenho for perigoso pra criança, meu voto é não, seja de quem for o pedido. Já recusei muito voto por isso.
A tua pergunta não tá aqui? O arquivo inteiro tá aberto: 12 pastas com dado, fonte e grau de firmeza em cada posição. E o que ainda não tem resposta registrada, o site diz que não tem, em vez de inventar.