O básico bem-feito
“O B com A formando BA é como a ampla maioria das pessoas aprendeu a ler e escrever. O tradicional acaba se mostrando mais efetivo.”
A minha defesa é simples de falar e exigente de fazer: alfabetização fonética na idade certa, professor dos anos iniciais formado na prática, operações básicas com qualidade e currículo enxuto nos primeiros anos. Primeiro a criança aprende a ler o mundo. Depois a gente sofistica.
E tem um marco mínimo que eu defendo virar régua nacional: toda criança lendo, escrevendo e fazendo conta básica até o fim do 2º ano, medido por avaliação externa. O que ninguém mede, ninguém cobra.
Isso não é guerra cultural, é evidência científica. O próprio MEC retomou em 2025 a agenda da alfabetização baseada em evidências, somada ao que o Decreto 9.765/2019 já apontava. Quando uma pauta atravessa governos tão diferentes, é sinal de que ela é maior que a briga política.
1º do país
o Paraná lidera o Ideb 2023 nas três etapas: 6,7 nos anos iniciais, 5,5 nos anos finais e 4,9 no ensino médio. Eu defendo em Brasília o que a rede do meu estado já mostra na prática
Inep/MEC, divulgado em 14/08/2024