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FICHA 022O PROBLEMA

O caso do cachorro-quente

Em Curitiba, o ambulante que vende cachorro-quente esbarra numa regra municipal que limita o horário de trabalhar. Pensa na cena: o trabalhador tá ali, carrinho pronto, cliente na rua, e quem manda ele parar é o relógio.

O cachorro-quente é o mesmo. O carrinho é o mesmo. A pessoa é a mesma. O que muda é o relógio.
Se a pessoa quer vender coxinha à noite em vez de cachorro-quente, por que não pode? É o tipo de coisa em que o Estado não deveria interferir.

Esse caso parece piada, mas mostra o retrato inteiro: um Estado que gasta energia atrapalhando quem trabalha, enquanto falta energia pro que só ele pode fazer.

Concordou? Discordou? Serve igual.

Manda essa ficha no WhatsApp pra alguém que pensa diferente de você, do jeito que ela tá, pra pessoa conferir por conta própria. Aqui no arquivo, todo dado numérico tem fonte. Ideia boa aguenta quem discorda.